Desenhamos um roteiro de forma a privilegiar pequenas cidades históricas no entorno de Paris e de Roma
(clique nas fotos para ampliar)
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FRANÇA
FRANÇA
É uma cidade que explora de forma
profissional e competente sua herança medieval. Assistimos a 3 shows ao ar
livre.
O primeiro, “Las Aguiilles de las
muralles”, sobre a arte da falcoaria, com
falcões, gaviões, águias, corujas e enormes abutres.
O segundo, "Em tiempes de
las muralles”, extremamente educativo, mostrando como funcionava um feudo
medieval. Desde a formação de um nobre de cavalaria, às técnicas e o respeito à
hierarquia.
O terceiro show, “A lenda dos
cavalheiros”, mostrou o dia a dia de um senhor feudal, as lutas contra invasores,
o uso das máquinas de guerras, e o domínio da arte de cavalaria.
A plateia era formada, em sua maioria, por grupos de estudantes: de criancinhas a adolescentes, sempre orientados por seus professores.
Almoçamos no Paul, lanchonete de uma rede francesa. À tarde, uma cerveja para relaxar das longas caminhadas e, à noite, jantar no excelente “ Au jardin Gourmand”.
Chalon-Sur Saone - 16/06/2018
Ao chegarmos, fomos ao Centro de Informações Turísticas e fomos atendidos por uma portuguesa gentilíssima e simpática. Visitamos a cidade e comprarmos presuntos, queijos, pães, frutas e vinho no mercado de produtores. Fizemos nosso tradicional piquenique num lindo parque à beira de um canal. Um senhor que ali pescava, me ajudou com seu canivete suíço a abrir a garrafa de vinho.

Alimentados, partimos para Chaumont-sur Loire, e achamos que não vale a pena ser visitada. Mas já anoitecia e resolvemos pernoitar. Não tiramos fotos.
Longres - 17/06/2018
A cidade, apesar de amuralhada como gostamos, é sem encantos. Partimos para Chatillon-sur Seine, que também não tem grandes atrativos.

(a água cristalina sobe e transborda)
Chablis
Chegamos no final da tarde. A cidade é porta de entrada da Borgonha e também sinônimo de grande vinho branco seco, com a uva chardonnay, cheio de vivacidade e mineralidade excitantes. Chablis é uma pequena vila medieval com achados arqueológicos galo-romanos. Os primeiros escritos que registram a existência da cidade datam do século IX e, já na Idade Média, Chablis exportava seu vinho para a Inglaterra.
Ficamos hospedados em um lindo hotel “Les Clos”. Jantamos em um bistro-escola de garçons, apenas razoável.


Ao chegarmos, fomos ao Centro de Informações Turísticas e fomos atendidos por uma portuguesa gentilíssima e simpática. Visitamos a cidade e comprarmos presuntos, queijos, pães, frutas e vinho no mercado de produtores. Fizemos nosso tradicional piquenique num lindo parque à beira de um canal. Um senhor que ali pescava, me ajudou com seu canivete suíço a abrir a garrafa de vinho.

Longres - 17/06/2018
A cidade, apesar de amuralhada como gostamos, é sem encantos. Partimos para Chatillon-sur Seine, que também não tem grandes atrativos.
Chegamos a Tonnerre, cujo principal atração é uma fonte do século XVIII, cheia de encantos e mistérios. A água tem um lado o verde, da vegetação ao fundo, e vai mudando para um azul maravilhoso. Almoçamos e seguimos em frente. No inverno, ela fica coberta por uma névoa, daí seus mistérios.

(a água cristalina sobe e transborda)
Chablis
Chegamos no final da tarde. A cidade é porta de entrada da Borgonha e também sinônimo de grande vinho branco seco, com a uva chardonnay, cheio de vivacidade e mineralidade excitantes. Chablis é uma pequena vila medieval com achados arqueológicos galo-romanos. Os primeiros escritos que registram a existência da cidade datam do século IX e, já na Idade Média, Chablis exportava seu vinho para a Inglaterra.


Auxerre - 18/06/2018
No século IX ela foi considerada o reino da intelectualidade por causa da escola monástica ao lado da abadia Saint-Germain. Durante a "Guerra dos Cem Anos" a cidade foi pilhada e destruída.
Com a chegada do Renascimento, ela retomou sua beleza, cujo centro conserva numerosas casas do século XVI.



Beaugency
Chegamos no final da tarde. Consta que ali, em 11 de março de 1152, o conselho de Beaugency anulou o casamento entre Eleanor da Aquitânia e Luís VII.
Dormimos no hotel Cavalheiros Templários. Simples porém aconchegante e bem localizado. A cidade é lindinha, com canais floridos. Não tiramos fotos, mas paramos na estrada para fotografar campos de trigo e de lavanda.

(as abelhas faziam a festa na florada) ==>
Chartres - 20/06/2018

(a projeção tem movimento, tipo homens escalando)
Chateau de Vaux-de-Viscomte e Chateau de Chantilly - 21/06/2018
23/06/2018

Chegamos ao aeroporto, pegamos o carro na Europcar (Renaut) e iniciamos nosso roteiro na Itália.
O centro histórico é uma gracinha. Visitamos o castelo e almoçamos numa cantina com ótimas massas.

Cerveteri e Civitavecchia
Passamos pela primeira, demos uma circulada, mas não fotografamos.
Seguimos para Civitavecchia. Iríamos dormir em Civitavecchia, porém ao chegarmos na cidade sentimos uma desarmonia arquitetônica, não só em relação a parte antiga como também o que havia sido construído na parte mais nova. O forte é Michelangelo, imponente.
Montefiascone



Giarno di Ninfa - 30/06/2018


No século IX ela foi considerada o reino da intelectualidade por causa da escola monástica ao lado da abadia Saint-Germain. Durante a "Guerra dos Cem Anos" a cidade foi pilhada e destruída.
Com a chegada do Renascimento, ela retomou sua beleza, cujo centro conserva numerosas casas do século XVI.


Saint-Fargeau
É uma cidade pequena com um grande castelo que visitamos. O Château de Saint-Fargeau é renascentista e era originalmente uma residência de caça no século X. Foi destruído pelo fogo e reconstruído no século XVII, com adições e grandes melhorias. Almoçamos um sanduíche enorme e pegamos a estrada.

Sancerre
É uma cidade pequena com um grande castelo que visitamos. O Château de Saint-Fargeau é renascentista e era originalmente uma residência de caça no século X. Foi destruído pelo fogo e reconstruído no século XVII, com adições e grandes melhorias. Almoçamos um sanduíche enorme e pegamos a estrada.

Sancerre
Nos hospedamos num Chambre D´Hotel, o La Belle Epoque. É uma casinha de bonecas, linda, com um jardim de conto de fadas. Myriam, a dona, é agradabilíssima e, como retribuição, abrimos uma garrafa de Sancerre para tomar com ela no jardim ao por do sol. Café da manhã primoroso.

Bourges - 19/06/2018
A catedral gótica de Saint
Etienne, iniciada no final do século XII, é patrimônio da humanidade. É a principal atração da cidade. Após o tradicional pit stop, fomos em frente.
Beaugency
Chegamos no final da tarde. Consta que ali, em 11 de março de 1152, o conselho de Beaugency anulou o casamento entre Eleanor da Aquitânia e Luís VII.
Dormimos no hotel Cavalheiros Templários. Simples porém aconchegante e bem localizado. A cidade é lindinha, com canais floridos. Não tiramos fotos, mas paramos na estrada para fotografar campos de trigo e de lavanda.

(as abelhas faziam a festa na florada) ==>
Chartres - 20/06/2018
Jantamos em um excelente restaurante gourmet Le
Coitre Gourmand, Michelin. O prédio, pelo lado de fora, não condiz com
o interior do restaurante. Ficamos observando pela janela a catedral gótica de Chartres, que é uma das construções mais famosas, belas e
representativas da França. O sucesso arquitetônico da catedral prestou-se a
todo tipo de imitações. O estilo gótico que corporificava tornou-se o modelo
internacional até o século XV. Quem sair do roteiro turístico e explorar as ruelas do centro
histórico encontrará igrejas cheias de charme e pitorescas vielas medievais.
O show de luz ao final da noite (foto), cheio de tecnologia, e a localização no coração do Vale da Cosmética deram a
Chartres o título de "Capital da Luz e do Perfume".

(a projeção tem movimento, tipo homens escalando)
Chateau de Vaux-de-Viscomte e Chateau de Chantilly - 21/06/2018
Resolvemos usar o tempo poupado na viagem para conhecer esses dois palácios lindos e famosos.
O Chateau de Vaux-de Vicomte, é um palácio setecentista, construído em estilo Barroco entre 1658 e 1661. Fica
situado ao largo de Paris, próximo de Melun.
Esse castelo foi construído pelo Superintendente
das Finanças de Luís XIV . Este
último apelou aos melhores artistas da época para construir o seu palácio: o
arquitecto Louis Le Vau, o
pintor Charles Le Brun e
o paisagista André Le Nôtre. O
talento da equipe Luís XIV a contratá-la para
a construção do seu Palácio de Versalhes, depois
da prisão de Fouquet.
O palácio é a maior propriedade privada
com o título de Monument historique na França, obra-prima da arte francesa do século XVII. Almoçamos no restaurante do
castelo.
(serviu de modelo/inspiração para Versalhes)
Chantilly
É uma cidade pequena. Todo o perímetro da cidade está a alguns minutos de caminhada do Chateau de Chantilly. Monumento histórico ligado à personagem de François Vatel (1631-1671), que aqui teria criado a receita culinária do creme chantili (do francês Chantilly). Compreende dois edifícios principais: o Grand Château e o Petit Château. O palácio ocupa o lugar de um castelo medieval. As grandes cavalariças, construídas entre 1719 e 1740, são uma obra prima do arquitecto Jean Aubert e abrigam, atualmente, o Musée vivant du cheval (Museu vivo do cavalo). Os jardins são uma das mais notáveis criações de André Le Nôtre.
É uma cidade pequena. Todo o perímetro da cidade está a alguns minutos de caminhada do Chateau de Chantilly. Monumento histórico ligado à personagem de François Vatel (1631-1671), que aqui teria criado a receita culinária do creme chantili (do francês Chantilly). Compreende dois edifícios principais: o Grand Château e o Petit Château. O palácio ocupa o lugar de um castelo medieval. As grandes cavalariças, construídas entre 1719 e 1740, são uma obra prima do arquitecto Jean Aubert e abrigam, atualmente, o Musée vivant du cheval (Museu vivo do cavalo). Os jardins são uma das mais notáveis criações de André Le Nôtre.
Nos hospedamos na cidade, no Campanille
Chantilly. Descansamos e fomos jantar no excelente restaurante Le Vertugadeim. Recebemos um tratamento especial do português Samuel. Bebemos maravilhosos vinhos.
Paris - 22/06/2018
Ficamos num hotel próximo ao Aeroport CDG, pois nosso voo para Roma sairia às 6:25 (madrugada). Não queríamos correr o risco de perder o embarque.
Tentamos comprar um show no quiosque localizado em
Madeleine, porém não havia mais ingresso. Optamos por assistir ao jogo em uma brasserie, e depois visitamos a igreja de Madeleine. Foi uma agradável
surpresa, pois pegamos o início de uma apresentação de um coral maravilhoso. A Igreja da Madeleine tem o aspecto neoclássico similar ao dos templos gregos. O
edifício é formado por 52 colunas coríntias de 20 metros de
altura que dãoum aspecto imponente. Na fachada principal está
o extenso frontão, apresentando um alto-relevo do Juízo Final. Um templo
surpreendente. Jantamos em uma Brasserie simples.
23/06/2018
Pela manhã fomos visitar nossa velha conhecida, a Torre Eiffel. Dali, saímos para almoçar, mais uma vez, no Museu
do Vinho. Não possui mais a qualidade do serviço que conhecemos no passado. Um maitre apressado, as taças de bistrozinho da esquina, e o mobiliário (mesas e cadeiras) de bar. A cozinha felizmente continue a mesma, muito boa. À tarde fomos ao Museu Jacques Mart-Andre. Prédio belíssimo e com ótima exposição de quadros.
Jantamos no nosso hotel, o Campanille.

ITÁLIA
Chegamos ao aeroporto, pegamos o carro na Europcar (Renaut) e iniciamos nosso roteiro na Itália.
Bracciano - 24/06/2018


Passamos pela primeira, demos uma circulada, mas não fotografamos.
Seguimos para Civitavecchia. Iríamos dormir em Civitavecchia, porém ao chegarmos na cidade sentimos uma desarmonia arquitetônica, não só em relação a parte antiga como também o que havia sido construído na parte mais nova. O forte é Michelangelo, imponente.
Tarquinia
Nos hospedamos no B&B “Antiche Mura”. Apesar de no momento não ter ninguém para nos atender uma velha muito engraçada nos dizia para ficarmos e esperarmos a dona. Steffania, a proprietária, foi muito gentil, simpática mas não falava uma palavra além do italiano. O nosso quarto era na realidade um lindo apto. Jantamos em um ótimo restaurante Il Pesciolillo, indicado pela Steffania, com toalhas branca/bege de bolinhas e listras. Massa estava maravilhosa.


Tuscania - 25/06/2018
Circulamos pelo centro histórico e paramos num simpático café para o pit stop.
Nos hospedamos no B&B “Antiche Mura”. Apesar de no momento não ter ninguém para nos atender uma velha muito engraçada nos dizia para ficarmos e esperarmos a dona. Steffania, a proprietária, foi muito gentil, simpática mas não falava uma palavra além do italiano. O nosso quarto era na realidade um lindo apto. Jantamos em um ótimo restaurante Il Pesciolillo, indicado pela Steffania, com toalhas branca/bege de bolinhas e listras. Massa estava maravilhosa.


Tuscania - 25/06/2018
Circulamos pelo centro histórico e paramos num simpático café para o pit stop.
Ao chegarmos à cidade, chovia. Optamos por entrar em uma igreja onde o Valmir escreveu alguma notas no caderno de visitante. Almoçamos massas.
Bagnoregio/Civita di
Bagnoregio
A belíssima localidade, um apêndice de Bagnoregio, ligado por uma passarela elevada, foi o berço de São Boaventura, nascido em 1274. Civita tornou-se conhecida como che il paese muore, "a cidade que morre". Civita só recentemente foi
experimentando um renascimento do turismo. A cidade foi capaz de
suportar a maioria das invasões da modernidade, bem como a destruição provocada
por duas guerras mundiais. Uma pérola.


Orvieto
A cidade fica em cima de uma grande rocha. Foi construída a partir de 1290, e a catedral da cidade de Orvieto é uma das mais
belas igrejas da Itália, obra-prima do gótico na região central do país,
dedicado a Virgem Maria. Nos hospedamos no B&B Sant Andrea, um casarão histórico, que preserva afrescos nas paredes e no teto. Jantamos em um ótimo restaurante “Il Malandrino Bistrot”. A cidade é muito bonita, alegre e cheia de vida.
Bomarzo - 26/06/2018
A pequena cidade não possui nenhum atrativo a não ser um elevador panorâmico. Em plena manhã, parecida uma cidade fantasma. Então, seguimos para Viterbo.
Viterbo
Viterbo
Presumivelmente fundada
pelos etruscos, é conhecida como a cidade dos Papas, já
que no século XIII muitos pontífices tinham residência de campo em
Viterbo, e lá passavam até mais tempo que no Vaticano. Ficamos no B&B Il Marchese.
Tivoli - 27/06/2018
A cidade se orgulha de ser mais antiga que Roma. Possui diversos pontos turísticos importantes como
Villa d”Este, que visitamos pela manhã, um jardim espetacular. Uma cidade linda,
com muita vida. À noite, o centro fica repleto de pessoas (famílias) nos cafés e restaurantes. Valia a pena ter
passado mais um dia ali. Ficamos hospedados em um B&B muito bom e bem
localizado. Almoçamos 2 excelentes sanduíches e assistimos um jogo da Copa. À noite jantamos em um
restaurante simples, caseiro de uma brasileira e seu marido italiano. A paulista Cristianne mora há 30 anos na Italia.
Pulamos Subiaco e
fomos em frente.
Palestrina - 28/06/2018
Região do Lácio, província de Roma, com cerca de 16.469 habitantes. De acordo com o texto atribuído a Plutarco, baseado no livro História Italiana de Aristocles, a cidade foi fundada por Telégono, filho de Odisseu e Circe, que, quando estava procurando seu pai, foi instruído a fundar uma cidade onde encontrasse fazendeiros com guirlandas e dançando. Almoçamos e fomos embora.
Anagni
Palestrina - 28/06/2018
Região do Lácio, província de Roma, com cerca de 16.469 habitantes. De acordo com o texto atribuído a Plutarco, baseado no livro História Italiana de Aristocles, a cidade foi fundada por Telégono, filho de Odisseu e Circe, que, quando estava procurando seu pai, foi instruído a fundar uma cidade onde encontrasse fazendeiros com guirlandas e dançando. Almoçamos e fomos embora.
Anagni
A cidade fica no alto de uma colina comprida. Limita-se praticamente a uma rua que corta toda a cidade. Nos hospedamos no B&B La Scala Florita, cuja proprietária, uma velhota simpática nos acolheu muito bem e nos indicou um vinho chamado Cesanese. No jantar, no La Piazzetta Restaurante-Enoteca, provamos e aprovamos.
Montecassino - 29/06/2018
Montecassino - 29/06/2018
A cidade se resume numa gigantesca abadia que ocupa uma pequena colina. Visitamos a abadia, fotografamos e seguimos em direção a Sperlonga.
Sperlonga
A cidade fica à beira mar, num promontório e se estende montanha abaixo por uma praia de areia, coisa rara na região.
É uma Buzio na montanha. Muito charmosa, cheia de cafés e restaurantes. Almoçamos, circulamos, fotografamos e pé na estrada.
Terracina
Chegamos ao centro histórico, mas estava sendo preparado para um show de jazz. Procuramos o Centro de Informações Turísticas em busca de dicas e hospedagem. A mulher que nos atendeu, uma possível plantonista de final de semana, era uma besta quadrada. Diante do mapa da cidade, peguntei "onde estamos". Ela não conseguiu localizar o próprio local de trabalho. Desistimos e fomos dormir na cidade seguinte do roteiro. Não fotografamos.
É uma Buzio na montanha. Muito charmosa, cheia de cafés e restaurantes. Almoçamos, circulamos, fotografamos e pé na estrada.
Terracina
Chegamos ao centro histórico, mas estava sendo preparado para um show de jazz. Procuramos o Centro de Informações Turísticas em busca de dicas e hospedagem. A mulher que nos atendeu, uma possível plantonista de final de semana, era uma besta quadrada. Diante do mapa da cidade, peguntei "onde estamos". Ela não conseguiu localizar o próprio local de trabalho. Desistimos e fomos dormir na cidade seguinte do roteiro. Não fotografamos.
Sermoneta
No centro da cidadezinha, muito animada, no alto de um rochedo, pedimos informação a uma mulher que nos olhou com curiosidade. "Queremos um B&B", disse a Eleonora. Ela chamou um senhor (seu tio), dono de uma sorveteria. Ele pegou seu telemóvel, falou com alguém por uns instantes e disse que estava tudo resolvido. Entrou no nosso carro e nos guiou até o B&B. Deixamos as malas e voltamos com ele até o centro. Como já passava das cinco da tarde, tomamos o já tradicional vinho fresco (gelado): branco ou espumante. Como retribuição à gentileza, oferecemos uma taça de prosseco. Jantamos ao ar livre no restaurante Al Castello, aos pés do Castello Caetani. Como únicos clientes, fomos paparicados pelo simpático jovem garçon, Carmelo.

Giarno di Ninfa - 30/06/2018
Pela
manhã fomos atrás do Jardim de Ninfa, realmente atrás porque é pouco
sinalizado. Demos sorte, ele estava aberto e só pudemos visitar porque estavam
recebendo um grupo de turistas vindo de Roma. Situado na província de Latina, a 80 quilômetros de Roma, o lugar
possui fama internacional porque é um jardim histórico, que mescla belezas
paisagísticas e ruínas romanas. O nome Ninfa deriva de um templo localizado nos
arredores do jardim e dedicado às náiades, na
mitologia grega ninfas aquáticas com o capacidade de cura e poder sobre as
águas. O lugar é composto por
cerca de 1.300 espécies de plantas como
magnólias, íris-amarela, rosas, camélias, cerejeiras, macieiras, plantas
ornamentais, um raro bordô-japonês, uma selva de bambu, abacateiros, bananeiras e outras variedades tropicais e amazônicas. Jardim maravilho com rio de águas cristalinas. É considerado o
jardim mais bonito da Itália. Diversos filmes foram feitos lá.
Antica Ostia
Este local é um grande sítio arqueológico, perto da moderna
cidade de Ostia. Era o porto
de Roma, mas devido ao assoreamento, o local agora fica a 3 km do mar. Tem prédios antigos, e lindos mosaicos. Almoçamos em uma tratoria e comemos o melhor pão com nozes do mundo.
Frascatti - 01 e 02/07/2018
Em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, Frascati foi fortemente
bombardeada porque abrigava a
sede geral alemã da zona do Mediterrâneo. Aproximadamente 50% de seus
edifícios, incluindo muitos monumentos, vilas e casas, foram destruídos.
Está localizada no Monte Albano, com
vinhedos plantados em alturas médias de 300 metros. Albano é
um vulcão inativo, com clima mediterrâneo. Foi fácil
conseguirmos um B&B, e escolhemos o “ Il Mascherino”, bem no
centro. A cidade é muito ativa, e à noite todos vão para as praças e cafés,
inclusive as crianças. Assistimos a uma missa à meia-noite, com 2 freiras tocando
violão e uma menina brincando com o seu cachorrinho de pelúcia que arrastava em
frente ao altar. Ao sair, mandou um "arrivederti" para o padre. Jantamos na parte externa de um bistrô, assistindo ao por-do-sol.


No segundo dia em Frascati aproveitamos e fomos conhecer Castel Gandolfo, ali pertinho, em Grottaferrata, onde fica a residência de verão do Papa. Local
encarapitado, com ruelas encantadoras e um visual do Lago Albano de tirar o
fôlego. Almoçamos uma porcheta, fotografamos descemos a colina e demos uma volta no Lago Albano.
De volta a Frascati, jantamos em uma trattoria sem pedigree, mas com uma bela vista para o por-do-sol.
Roma - 02-03-04/07/2018
Ficamos no La Regia dei Principe, que na realidade é um B&B
disfarçado. Almoçamos no “Er Buchetto”, a famosa porchetta onde estivemos em
2007. Entregamos a foto tirada naquele ano para o proprietário e fizemos outra. A noite jantamos, mais uma
vez, na Termi di Diocleziano, uma torre centenária.
03.07- Terça feira - Pegamos o trem e fomos à praia Santa Marinnella. Almoçamos por lá, em um local bem
simples. À tarde fomos à Praça Navona, e jantamos em uma rua atrás da grande igreja da praça. Fomos atendidos por um garçom muito safo que, percebendo nosso conhecimento de vinho, nos serviu ótimos espumante, branco, tinto e limoncello.
04-07 – Quarta feira - Em função do cansaço, compramos bilhetes de 1 dia para o ônibus de turismo Sightseeing. Descemos diversas vezes, onde era conveniente, e retornávamos ao ônibus para descançar no ambiente refrigerado, protegidos do forte sol do verão romano.
Saímos de Roma no dia 04/06 às 21.50h, chegando ao
Rio de Janeiro às 04.50h do dia 05/07/2018.
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